15 de março de 2013

Mais um pouco de Vinicius

E para fechar a semana segue o link do site oficial de Vinicius de Moraes.
Conheça mais sobre a vida, poesias e músicas do eterno "Poetinha".




14 de março de 2013

E no Dia Nacional da Poesia...

Mais um vídeo divertido para a galerinha do 2º ano da manhã.
Desta vez é a foca quem manda ver!
(Clique nas imagens para vê-las em tamanho maior)






A FOCA

Quer ver a foca
Ficar feliz?
É por uma bola
No seu nariz.
Quer ver a foca
Bater palminha?
É dar a ela
Uma sardinha.
Quer ver a foca
Fazer uma briga?
É espetar ela
Bem na barriga!

(Vinícius de Moraes)



Brancas, azuis, amarelas e pretas...


A turma do 1º ano da manhã ouviu o poema AS BORBOLETAS
e pintou as mais belas e alegres para que ficassem bem coloridas.
(Clique nas imagens para vê-las em tamanho maior)



AS BORBOLETAS 

Brancas
Azuis
Amarelas
E pretas
Brincam na luz
As belas borboletas

Borboletas brancas
São alegres e francas.

Borboletas azuis
Gostam de muita luz.

As amarelinhas
São tão bonitinhas!

E as pretas, então
Oh, que escuridão!

(Vinicius de Moraes)






 






 

13 de março de 2013

Tic-tac, tic-tac, tic-tac...

O 3º ano imaginou o relógio do poema de Vinicius de Moraes e soltou a criatividade!
(Clique na imagem para vê-la em tamanho maior)



Passa o  tempo, tic-tac
Tic-tac, passa hora
Chega logo tic-tac
Tic-tac, e vai-te embora
Passa, tempo
Bem depressa
Não atrasa, não demora
Que já estou
Muito cansado
Já perdi toda a alegria
De fazer meu tic-tac
Dia e noite
Noite e dia
Tic-tac Tic-tac
Tic-tac...











12 de março de 2013

Continuando as homenagens...

O 4º ano hoje fez a interpretação do poema "A casa" e colocaram no desenho
como gostariam que fosse a casa muito engraçada de Vinicius.
(Clique nas imagens para vê-las em tamanho maior)






A CASA

Era uma casa 
Muito engraçada
Não tinha teto
Não tinha nada
Ninguém podia
Entrar nela não
Porque na casa
Não tinha chão
Ninguém podia
Dormir na rede
Porque na casa
Não tinha parede
Ninguém podia
Fazer pipi
Porque penico
Não tinha ali
Mas era feita
Com muito esmero
Na Rua dos Bobos
Número Zero

11 de março de 2013

Semana do Dia Nacional da Poesia

No dia 14 de março comemora-se o Dia Nacional da Poesia e nada melhor do que homenagear um dos maiores poetas brasileiros.
Vinícius de Moraes (Rio de Janeiro, 19 de outubro de 1913 — Rio de Janeiro, 9 de julho de 1980) foi um diplomata, dramaturgo, jornalista, poeta e compositor brasileiro. Poeta essencialmente lírico, também conhecido como "poetinha", apelido que lhe teria atribuído Tom Jobim, tem uma obra vasta, passando pela literatura, teatro, cinema e música.
Porém, muitos ainda não sabem que ele foi um grande poeta da Segunda Fase do Modernismo Brasileiro (1930 – 1945), associando sua imagem, na maioria das vezes, exclusivamente à música. Somente a partir da década de 60 Vinicius de Moraes começou a se afastar da Literatura e passou a se dedicar às canções.
Vinicius morreu em 9 de julho de 1980 de edema pulmonar e até hoje lemos e ouvimos suas canções e poesias. Foi um dos escritores e compositores mais populares da cultura brasileira.
É por essas e outras que nessa semana do Dia Nacional da Poesia estamos trabalhando durante as aulas de Informática as poesias e poemas de Vinicius que viraram músicas e ganharam interpretações diversas. A cada dia dessa semana as leituras em forma de ilustrações das poesias e músicas de Vinicius de Moraes feitas pelos alunos serão postadas no blog.
Hoje é a vez do 5º ano! Fiquem ligados!
(Clique nas imagens para vê-las em tamanho maior)






Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel
num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu
Vai voando, contornando a imensa curva Norte e Sul
Vou com ela viajando Havaí, Pequim ou Istambul
Pinto um barco a vela branco navegando,
é tanto céu e mar num beijo azul
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar
Basta imaginar e ele está partindo, sereno e lindo
e se a gente quiser ele vai pousar

Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida
De uma América a outra consigo passar num segundo
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo
Um menino caminha e caminhando chega no muro
e ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar
Não tem tempo nem piedade nem tem hora de chegar
Sem pedir licença muda nossa vida,
depois convida a rir ou chorar
Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar
Vamos todos numa linda passarela
de uma aquarela que um dia enfim
Descolorirá

Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
e com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo